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Muito prazer, Lucas

Nasci em dia de santo, tempo de festas quintais e fogueira. Meu pai sempre quis ter um filho com nome de santo, como na música do Renato Russo. Pois bem, cheguei ao mundo.

Era uma manhã fria do dia 24 de junho de 1993, na cidade de Guarulhos, dos Mamonas Assassinas, da Rebeca Andrade, do Aeroporto. Apenas com sete meses, decidi que já era hora de ver o que esse mundo tinha a me oferecer. No entanto, havia quem achasse que eu não fosse vingar, pesando apenas 1,7 kg. 

Durante a gestação toda, estava certo de que me chamaria Lucas, porém, naquele dia de São João, minha mãe cogitou a ideia de colocar não um, mas dois nomes de Santo. Quase me tornei João Lucas, não fosse meu pai, na ânsia de me registrar antes que o pior acontecesse. Quando meu progenitor foi me visitar pela primeira vez, já chegou com a certidão de nascimento em mãos.

Nasci com o Sol e ascendeste em Câncer, a Lua em Leão.  Não sei exatamente o que significa, dizem que tem 
ligação direta com o lado emocional e a intensidade. 
E eu sou assim: sinto tudo e de repente sinto mais nada.
Esse é meu paradoxo de vida. 
O coração à frente sempre esteve.

 

Mas, voltando à história do nascimento... Bom, a bolsa de minha mãe estourara no ônibus.  Ali ela já sabia que a minha vida seria uma grande aventura.​ Minha mãe sempre cantou. Quando jovem, cantava em barzinhos, mas também sempre cantou na igreja e daí vêm minhas primeiras memórias musicais.

Desde muito pequeno eu a acompanhava nos ensaios para as missas. Aprendia as canções e tentava

acompanhar. Adorava criar canções em minha cabeça. Na infância, eu gostava de muitos brinquedos, mas o que eu mais amava ganhar de presente, eram microfones.Sempre performava escondido na sala de casa, como se estivesse cantando para uma multidão.

 

Escondia, porque sempre ouvi que artista vivia uma vida incerta e, talvez por isso, acabei sempre tendo de deixar a música em segundo plano.

Ensaio 2025
1996
1997
2016
Ensaio Tamborim
Divulgação Marina do Mar
Pandemia

Cresci ouvindo de tudo. Em casa, meus pais e minhas duas irmãs mais velhas que eu me agraciaram com a possibilidade de conhecer o Rock brasileiro e internacional dos anos 80 e 90, Soul, R&B, Samba Rock, Samba, MPB, Bossa Nova, Jovem Guarda, Sertanejo, Modas de viola, Pagode, Música Erudita, Música religiosa, Pop, músicas infantis dos anos 90... E eu aprendi muito com tantas canções que embalaram aniversários, copas do mundo e que formam meu repertório.

Conforme fui avançando os anos, aprendi a fazer minhas próprias escolhas musicais, que compreendiam desde aquilo que se voltava à minha idade, como o que as pessoas mais velhas também ouviam.

Em 2004 eu pedi aos meus pais que me permitissem entrar nas aulas de canto. Precisei fazer um teste antes, pois na escola que eles podiam pagar, havia uma faixa etária mínima. Lembro-me de que, aos 11 anos, escolhi cantar Como nossos pais, de Belchior (mas que conheci na voz de Elis) e Pintura íntima, da minha banda preferida na época, Kid Abelha.

Estudei canto para sempre, desde então e ao longo dos anos me dediquei a outras artes também, como à dança, ao teatro e à literatura.

Na história da cigarra e da formiga eu sempre fui a cigarra. O palco sempre foi e sempre será meu lugar (talvez, por isso, também me tornei professor).

A vida é muito curta para ser uma coisa só e, tudo o que me permiti aprender, serve de bagagem para o meu eu artista.

A chegada das composições e a carreira de cantor

Em 2013 compus minha primeira música, "Marina do Mar". Segui compondo, mas só tive coragem mesmo de dar a cara a tapa e mostrar para as pessoas aquilo que eu produzia durante a pandemia da Covid-19, em 2020.

 

Com as lives no Instagram, muitas pessoas vinham perguntar se eu tinha material no YouTube, Spotify e afins. Eu não tinha nada e sou péssimo com produção audiovisual e como tinha de trabalhar, sem o apoio de ninguém, acabei não conseguindo produzir esse conteúdo.

Em setembro de 2020 fiz uma live no estúdio com o qual fechei uma parceria incrível. Muitas pessoas se conectaram e começaram a elogiar minhas composições. Vi que não dava mais para deixar guardado só para mim todo aquele meu material.

Coloquei como meta, em 2021, lançar, então, meus singles.​ E em setembro, um ano após a live que me desencadeou a necessidade de tornar a música, em fim, prioridade, lancei minha primeira canção nas plataformas digitais.

Em 2025 o sonho ganhou mais um patamar, com o lançamento do meu álbum "Já que sou, o jeito é ser", com 12 canções autorais inéditas. Foram clipes, shows, entrevistas e muita história para contar.

 

De lá para cá pude conhecer grandes referências, como Roberto de Carvalho (marido de Rita Lee) e Lucinha Araújo (mãe de Cazuza), além de cantar em palcos como Teatro Bradesco, Teatro Gazeta, Auditório Simón Bolívar (Memorial da América Latina) e na Exposição Cazuza Exagerado, com um tributo feito para ele.

E agora você pode clicar em um desses ícones abaixo, na plataforma que preferir, para ouvir minhas canções.

Lucas Calutt & Tamborim by Lucas Calutt
Desenvolvido por Lucas Calutt
CNPJ - 37.882.204/0001-03
Rua Rubens Porta Nova, 166 - (11)94507-8826

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